Imperdoável...
quarta-feira, junho 08, 2005
Estou inconsolável
Com a contratação de Ronald Koeman para treinador do SLB, mandam embora uma das figuras que mais se identificava com a "massa associativa" do clube mais popular: Álvaro Magalhães. Isto deixa-me triste! Só falta dizer agora que vão vender o Karradas de Azar!
Imperdoável...
Imperdoável...
terça-feira, junho 07, 2005
A profanação da camisola do FC Porto
equipamento para 2005/2006

Em 5 anos de patrocínio ao FC Porto, a Nike "acertou" apenas uma vez: foi na época 2003/2004, aquela em que ganhámos a Champions. Todas as outras camisolas foram, e pelos vistos continuam a ser, estranhas recuperações "modernizadas" de equipamentos do FC Porto dos longínquos anos 10 e 20 do século XX. Eu compreendo que tem piada fazê-lo uma vez, mas já chega de experimentação! Confesso que ainda não estou refeita daquela traumática camisola bipartida da época Octávio!
A camisola para a nova época é um bocadinho melhor do que a anterior, que foi das mais estranhas e descaracterizadas que já foram usadas neste clube. Um bocadinho melhor, mas ainda não perceberam uma coisa fundamental: a camisola do FC Porto são duas faixas azuis com uma branca no meio, e uma faixa azul na parte inferior de cada manga. E já agora, as meias são e deveriam ser sempre brancas. É esta a opinião da maioria dos adeptos. O marketing exige que se vá renovando o design todos os anos, mas este tem sempre que se conformar com os padrões essenciais.
Resumindo, volta Adidas, estás perdoada!
Outro "desgosto" é a substituição da clássica Revigrés (agora só nos jogos internacionais) pelo logotipo da PT. Nada tenho contra a empresa, mas entendamos todos uma coisa: FICA FEIO. É um atentado à beleza de um dos principais símbolos do clube.
E quem pensa que este assunto é de menor importância, que se desengane. O Miguel Sousa Tavares é que o disse bem: "A camisola do FC Porto é a mais bonita do mundo".

Em 5 anos de patrocínio ao FC Porto, a Nike "acertou" apenas uma vez: foi na época 2003/2004, aquela em que ganhámos a Champions. Todas as outras camisolas foram, e pelos vistos continuam a ser, estranhas recuperações "modernizadas" de equipamentos do FC Porto dos longínquos anos 10 e 20 do século XX. Eu compreendo que tem piada fazê-lo uma vez, mas já chega de experimentação! Confesso que ainda não estou refeita daquela traumática camisola bipartida da época Octávio!
A camisola para a nova época é um bocadinho melhor do que a anterior, que foi das mais estranhas e descaracterizadas que já foram usadas neste clube. Um bocadinho melhor, mas ainda não perceberam uma coisa fundamental: a camisola do FC Porto são duas faixas azuis com uma branca no meio, e uma faixa azul na parte inferior de cada manga. E já agora, as meias são e deveriam ser sempre brancas. É esta a opinião da maioria dos adeptos. O marketing exige que se vá renovando o design todos os anos, mas este tem sempre que se conformar com os padrões essenciais.
Resumindo, volta Adidas, estás perdoada!
Outro "desgosto" é a substituição da clássica Revigrés (agora só nos jogos internacionais) pelo logotipo da PT. Nada tenho contra a empresa, mas entendamos todos uma coisa: FICA FEIO. É um atentado à beleza de um dos principais símbolos do clube.
E quem pensa que este assunto é de menor importância, que se desengane. O Miguel Sousa Tavares é que o disse bem: "A camisola do FC Porto é a mais bonita do mundo".
Mais um...
SANDRO (28 anos)

... para um lugar onde já existem José Bosingwa, Raúl Meireles e Paulo Machado.
A pergunta impõe-se: para quê?
... para um lugar onde já existem José Bosingwa, Raúl Meireles e Paulo Machado.
A pergunta impõe-se: para quê?
segunda-feira, junho 06, 2005
Flavour of the week

Melhor guarda-redes de todos os tempos do FC Porto
Jogador mais titulado da história do futebol (nem Pelé nem Beckenbauer)
Vencedor de 1 Liga dos Campeões
Vencedor de 1 Taça UEFA
Vencedor de 1 Taça Intercontinental
Vencedor de 1 Taça das Taças (Barcelona)
Vencedor de 8 campeonatos de Portugal
Vencedor de 5 Taças de Portugal
Vencedor de 6 Supertaças Cândido de Oliveira
Vencedor de 1 campeonato de Espanha (Barcelona)
Vencedor de 2 Taças de Espanha (Barcelona)
Simplesmente o melhor (ponto final).
Gelsenkrichen, 26 de Maio de 2004
Tudo igual em Portugal continental
O sr. João Cartaxana, provedor dos leitores do "jornal" Record, escreve hoje assim na sua sempre isenta coluna: "O sr. Olegário Benquerença é hoje um homem enquerençado com a sua famigerada arbitragem do Benfica-FC Porto, em que conseguiu, de um golpe, virar um resultado de 2-1 para 0-1".
Cá está a prova de como a macacada continua (e não é de estranhar que o Record seja o mais lido neste país de macacadas). A bola que ainda hoje ninguém conseguiu provar ter entrado totalmente na baliza do FCP + um lance passível de grande penalidade entre Seitaridis e Karradas de Azar, que Cartaxana, 8 meses depois e com grande clarividência, tem a certeza que seria convertida em golo = naturalmente, 2-1 para o SLB!
Este jogo Benfica- FC Porto continua a fazer, e fará durante muitos anos, parte do imaginário do país porque, para além de 14 milhões de benfiquistas (segundo os últimos estudos) a berrar "ROUBO!", a comunicação social portuguesa equivale, na sua grande maioria, a jornalismo badalhoco.
Sugiro aqui um exercício: vamos recuar uns anos no tempo, mais precisamente até à época 1999/2000, e mais concretamente a um mesmíssimo Benfica-FC Porto jogado na antiga catedral, que os da casa venceram pela margem mínima. Que aconteceu nesse jogo? Ninguém se lembra. Porquê? Porque a bola que entrou e não foi validada, nesse ano, aconteceu para o lado contrário. Mais concretamente, uma bola do Clayton metida na baliza do Ovchinnikov que não contou e, neste caso, a bola realmente entrou inteirinha. Alguém se lembra? Esse lance nem sequer chegou a fazer manchete e ficou para sempre enterrado no baú do esquecimento. Curiosamente, foi nessa época também que o FC Porto perdeu o campeonato para o Sporting (e aconteceu também nesse ano a vergonha de Campomaior).
Nunca mais me esqueci desse lance, mas para os jornais e as tvs foi tudo na boa. O sr. João Cartaxana não mencionou nunca essa bola do Clayton, mas daqui a 6 anos ainda estará a falar do Benfica-FC Porto desta época. Jornalismo badalhoco.
O homem, por certo, tem memória fraca ou então custa-lhe fazer a mesma análise para outros lances.
Eu atrevo-me a completar e enriquecer a coluna do sr. Cartaxana, usando a mesma lógica (tipo lance para penálti = golo), para que o jornalismo badalhoco possa ser um bocadinho menos badalhoco (eis-me em plena acção de serviço público): no jogo Benfica-Rio Ave, o árbitro conseguiu transformar o resultado de 1-3 para 3-3 (Simão, dois golos em fora de jogo); no Benfica- Estoril, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 1-1 em 2-1 (Karradas de Azar, um mergulho ridículo para a piscina); no Nacional- Benfica, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 1-1 (penalti para o Nacional não assinalado logo aos 3 minutos) para 0-1; no Benfica-U. Leiria, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 0-1 para 1-1 ("falta" ridícula sobre Petit a dar em golo); no Estoril- Benfica, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 2-0 em 1-2 (penalti não assinalado contra o Benfica e "falta" ridícula - mais uma - sobre Petit a dar em golo); no jogo Benfica- Belenenses, o árbitro consegue transformar o resultado de 0-0 em 1-0 (penalti contra o Belenenses que... no comments).
Da prestação do SLB na Taça de Portugal (Benfica-Oliveirense, Benfica-Sporting, Benfica- Beira Mar e, last but not least, Benfica- Vitória de Setúbal), nem vale a pena dizer nada.
Foram "tantos e tão bons" casos! É pena que naquele jornal, e um pouco por toda essa imprensa vermelhusca de Portugal continental, vejam tudo sempre para o mesmo lado. Mas nem tudo é mau em Record. Um dos colaboradores desse jornal, Fernando Ferreira (que é redactor principal da Sábado), é benfiquista e diz na sua revista: "Não quero ser campeão assim". Bem haja!
Cá está a prova de como a macacada continua (e não é de estranhar que o Record seja o mais lido neste país de macacadas). A bola que ainda hoje ninguém conseguiu provar ter entrado totalmente na baliza do FCP + um lance passível de grande penalidade entre Seitaridis e Karradas de Azar, que Cartaxana, 8 meses depois e com grande clarividência, tem a certeza que seria convertida em golo = naturalmente, 2-1 para o SLB!
Este jogo Benfica- FC Porto continua a fazer, e fará durante muitos anos, parte do imaginário do país porque, para além de 14 milhões de benfiquistas (segundo os últimos estudos) a berrar "ROUBO!", a comunicação social portuguesa equivale, na sua grande maioria, a jornalismo badalhoco.
Sugiro aqui um exercício: vamos recuar uns anos no tempo, mais precisamente até à época 1999/2000, e mais concretamente a um mesmíssimo Benfica-FC Porto jogado na antiga catedral, que os da casa venceram pela margem mínima. Que aconteceu nesse jogo? Ninguém se lembra. Porquê? Porque a bola que entrou e não foi validada, nesse ano, aconteceu para o lado contrário. Mais concretamente, uma bola do Clayton metida na baliza do Ovchinnikov que não contou e, neste caso, a bola realmente entrou inteirinha. Alguém se lembra? Esse lance nem sequer chegou a fazer manchete e ficou para sempre enterrado no baú do esquecimento. Curiosamente, foi nessa época também que o FC Porto perdeu o campeonato para o Sporting (e aconteceu também nesse ano a vergonha de Campomaior).
Nunca mais me esqueci desse lance, mas para os jornais e as tvs foi tudo na boa. O sr. João Cartaxana não mencionou nunca essa bola do Clayton, mas daqui a 6 anos ainda estará a falar do Benfica-FC Porto desta época. Jornalismo badalhoco.
O homem, por certo, tem memória fraca ou então custa-lhe fazer a mesma análise para outros lances.
Eu atrevo-me a completar e enriquecer a coluna do sr. Cartaxana, usando a mesma lógica (tipo lance para penálti = golo), para que o jornalismo badalhoco possa ser um bocadinho menos badalhoco (eis-me em plena acção de serviço público): no jogo Benfica-Rio Ave, o árbitro conseguiu transformar o resultado de 1-3 para 3-3 (Simão, dois golos em fora de jogo); no Benfica- Estoril, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 1-1 em 2-1 (Karradas de Azar, um mergulho ridículo para a piscina); no Nacional- Benfica, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 1-1 (penalti para o Nacional não assinalado logo aos 3 minutos) para 0-1; no Benfica-U. Leiria, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 0-1 para 1-1 ("falta" ridícula sobre Petit a dar em golo); no Estoril- Benfica, o árbitro conseguiu transformar um resultado de 2-0 em 1-2 (penalti não assinalado contra o Benfica e "falta" ridícula - mais uma - sobre Petit a dar em golo); no jogo Benfica- Belenenses, o árbitro consegue transformar o resultado de 0-0 em 1-0 (penalti contra o Belenenses que... no comments).
Da prestação do SLB na Taça de Portugal (Benfica-Oliveirense, Benfica-Sporting, Benfica- Beira Mar e, last but not least, Benfica- Vitória de Setúbal), nem vale a pena dizer nada.
Foram "tantos e tão bons" casos! É pena que naquele jornal, e um pouco por toda essa imprensa vermelhusca de Portugal continental, vejam tudo sempre para o mesmo lado. Mas nem tudo é mau em Record. Um dos colaboradores desse jornal, Fernando Ferreira (que é redactor principal da Sábado), é benfiquista e diz na sua revista: "Não quero ser campeão assim". Bem haja!
domingo, junho 05, 2005
Descubra as diferenças
Ora neste momento, é isto que se passa no defeso portista :
entradas confirmadas:
- Lucho Gonzalez
- Lisandro Lopez
- Sokota
- Jorginho
- Paulo Assunção
- Alan
- Paulo Ribeiro
- Helton
(devo estar a esquecer-me de alguém, porque parecem poucos)
entradas faladas:
- Kromkamp
- Landzaat
- Zé Castro
- Cicinho ( ???)
- Nélson
- Diogo Valente
- Bruno Alves
- Sandro
- César Peixoto
- Fred
- Hugo Viana
- Yakin
- Pedro Mendes
...
saídas confirmadas
- Costinha
- Maniche
- Seitaridis
- Pitbull
- Leo Lima
saídas faladas:
- Benni McCarthy
- Fabiano
- Leandro
Como é fácil de ver, mais uma revolução no plantel. O património deixado por Mourinho, não descansaram enquanto não o delapidaram por completo.
Parece a repetição sem tirar nem pôr do que acontecia por esta altura exactamente há um ano. A única diferença é que o treinador o verão passado vinha da equipa-sensação Chievo, o deste ano vem da equipa-sensação AZ Alkmar. De resto, o plantel é formado pela SAD (bela receita para o desastre) e sem critério claro- coisa impensável no FC Porto de há uns anos.
Não posso fazer mais do que dar o benefício da dúvida a Co Adrieense, de quem se diz boa coisa.
Cá estarei para ir confirmando os meus piores receios ou então, espero, dar a mão à palmatória, ao longo da época.
entradas confirmadas:
- Lucho Gonzalez
- Lisandro Lopez
- Sokota
- Jorginho
- Paulo Assunção
- Alan
- Paulo Ribeiro
- Helton
(devo estar a esquecer-me de alguém, porque parecem poucos)
entradas faladas:
- Kromkamp
- Landzaat
- Zé Castro
- Cicinho ( ???)
- Nélson
- Diogo Valente
- Bruno Alves
- Sandro
- César Peixoto
- Fred
- Hugo Viana
- Yakin
- Pedro Mendes
...
saídas confirmadas
- Costinha
- Maniche
- Seitaridis
- Pitbull
- Leo Lima
saídas faladas:
- Benni McCarthy
- Fabiano
- Leandro
Como é fácil de ver, mais uma revolução no plantel. O património deixado por Mourinho, não descansaram enquanto não o delapidaram por completo.
Parece a repetição sem tirar nem pôr do que acontecia por esta altura exactamente há um ano. A única diferença é que o treinador o verão passado vinha da equipa-sensação Chievo, o deste ano vem da equipa-sensação AZ Alkmar. De resto, o plantel é formado pela SAD (bela receita para o desastre) e sem critério claro- coisa impensável no FC Porto de há uns anos.
Não posso fazer mais do que dar o benefício da dúvida a Co Adrieense, de quem se diz boa coisa.
Cá estarei para ir confirmando os meus piores receios ou então, espero, dar a mão à palmatória, ao longo da época.
Desperdício

O jogo de ontem entre Portugal e a Eslováquia (2-0) relembrou-me que existe um não-jogador (ele tende mais para artista de circo) no FC Porto: Ricardo Quaresma. Digo isto não tanto pelo que aconteceu ontem (se bem que depois do Quaresma ter entrado Portugal nunca mais atacou decentemente), mas pelo contraste entre ele e outro artista, este já de relvado, o Cristiano Ronaldo.
Olho para o Cristiano Ronaldo e olho para o Ricardo Quaresma e vejo uma diferença equivalente à do dia para a noite. O primeiro evolui rapidamente como um dos mais espectaculares jogadores da Europa. Os iluminados que estavam a comentar o jogo diziam "vai ser o melhor da Europa!" - qual vai ser, já é! E a prova disso é que joga hoje na selecção como Figo e Rui Costa e outros jogaram durante anos. A cada jogo, mais um recital, mais uns quantos golos, mais umas assistências. Resumindo, Cristiano Ronaldo é um show à parte dentro do próprio espectáculo. Só espero que jogue durante muito tempo e que continue sempre assim na selecção porque, para além dos truques & fintas, ajuda efectivamente a ganhar os jogos.
Não percebo o que se terá passado com o Quaresma, que é praticamente da mesma geração, do mesmo estilo de jogador, prometia o mesmo que C. Ronaldo e, no entanto, parece que nunca há-de sair da cepa torta. Já o C. Ronaldo é estrela absoluta na selecção A, ainda o Quaresma arrasta a sua "magia" pelas equipas de esperanças, isto apesar de ser dois anos mais velho que Ronaldo.
Ontem, entrou na equipa principal para nada fazer (também o jogo já ia longo), à excepção de um "passe de letra" que, para não variar, deixou os comentadores a delirar. A comunicação em geral baba-se com " o talento" de Quaresma - talento é um termo cada vez mais relativo num jogo colectivo como o futebol... Eu, pelo contrário, irrito-me e bato nos móveis várias vezes durante um jogo. Por cada "pormenor delicioso", dez oportunidades desperdiçadas; por cada golo "de génio", dez bolas para a bancada deixando os colegas isolados a esbracejar.
Dizem que Quaresma foi uma das figuras da época 2004/2005 no FC Porto. Pudera! O FCP nao teve equipa este ano, quanto muito teve uma soma diferente e desconexa de jogadores todas as semanas; ora numa "equipa" que não jogou futebol durante praticamente toda a época, um jogador como o Quaresma, egoísta, cego, surdo e mudo, que faz uns brilharetes e uns golos de vez em quando, é natural que sobressaia (foram golos decisivos? Pois foram... mas foram tão poucos golos no geral!).
Serve isto para dizer que Ricardo Quaresma não é um jogador "à Porto". Para cúmulo dos cúmulos, ainda o rapaz se dá ao luxo de dizer em entrevistas que é o melhor do mundo (pasme-se).
Quero ver como será Quaresma sob o pulso forte (ao que dizem) do novo treinador Adrieense.
p.s.- Luís Figo lá retornou à "equipa de todos nós" e "nós", emocionadíssimos, aplaudimos efusivamente. Este Luís Figo é o mesmo que fez birra aquando da naturalização do Deco, em nome de valores nacionais e respeito à camisola da selecção e tudo e tudo e tudo. Agora, e depois de ter renunciado à selecção por ter dito explicitamente que se queria dedicar ao Real Madrid, ei-lo de volta ao lugar que é tão naturalmente seu, porque o Real Madrid já não o quer. O tipo é esperto, afinal de contas. E nós, que tão bem sabemos acolher "os nossos", cá estamos para receber o "pesetero" de braços abertos.
Uma Nação!
Cá estou eu para o meu primeiro post! Confesso que estou algo surpreendido com este convite, e claro, não poderia nunca deixar de aceitar por dois motivos: primeiro, porque parte de uma pessoa que foi uma surpreendente descoberta e que, tenho perfeita consciência, ainda não conheço o suficiente. Contudo, permito-me já dizer que o que conheço dela até agora é sem dúvida alguma gratificante ;) Em segundo lugar, porque se trata de um blog acerca do FCP, o grande FCP, o FCP que enche de orgulho quem não tem a percepção toldada pela inveja mesquinha.
Lembro-me ainda do primeiro jogo do FCP a que assisti, infelizmente não ao vivo mas em directo pela TV, na altura RTP1 em televisão a preto e branco e não sei porquê, o jogo cativou-me. Tive a sorte de assistir a um jogo no qual, mal sabia eu na altura, desfilaram frente aos meus olhos, alguns dos melhores jogadores que já pisaram a relva em Portugal. Gomes, Mlynarczyk, Madjer, Futre, Sousa, André, entre outros. Que grande jogo! 2-1... comecei a gostar de futebol nesse dia. Algum tempo depois, soube eu, o FCP sagrava-se campeão ganhando a um tal Bayern de Munique, dos quais eu apenas sabia que eram alemães. A este jogo, só viria a assistir muitos anos depois.
Por isso, acho que neste aspecto sou diferente das pessoas à minha volta. Não sou de um clube porque tenho um tio, ou um avô, ou o meu pai é do Sporting ou do Benfica, como eram todas as pessoas que eu conhecia na altura. Sou adepto do Futebol Clube do Porto, porque vi uma equipa brilhante jogar, e porque o que vi me cativou para sempre.
Lembro-me ainda do primeiro jogo do FCP a que assisti, infelizmente não ao vivo mas em directo pela TV, na altura RTP1 em televisão a preto e branco e não sei porquê, o jogo cativou-me. Tive a sorte de assistir a um jogo no qual, mal sabia eu na altura, desfilaram frente aos meus olhos, alguns dos melhores jogadores que já pisaram a relva em Portugal. Gomes, Mlynarczyk, Madjer, Futre, Sousa, André, entre outros. Que grande jogo! 2-1... comecei a gostar de futebol nesse dia. Algum tempo depois, soube eu, o FCP sagrava-se campeão ganhando a um tal Bayern de Munique, dos quais eu apenas sabia que eram alemães. A este jogo, só viria a assistir muitos anos depois.
Por isso, acho que neste aspecto sou diferente das pessoas à minha volta. Não sou de um clube porque tenho um tio, ou um avô, ou o meu pai é do Sporting ou do Benfica, como eram todas as pessoas que eu conhecia na altura. Sou adepto do Futebol Clube do Porto, porque vi uma equipa brilhante jogar, e porque o que vi me cativou para sempre.
sábado, junho 04, 2005
Let the games begin!
Hoje, dia 4 de Junho de 2005, dou como oficialmente aberta a intervenção neste espaço de opinião sobre o meu clube, o FC Porto. Finalmente, um local onde posso vociferar, espernear, comemorar efusivamente e lamentar (dolorosa mas terapeuticamente) as incidências da minha vivência clubística.
Notas prévias:
1- O porquê do nome. Quem é o Zé do Boné?
Este Zé de que falo, não, não é aquele a que os não-portistas atribuem todo o sucesso que o FC Porto possa ter tido na sua história (refiro-me ao, também ele mestre, José Mourinho), pretendendo com isso esvaziar por completo o mérito, mística própria e história precedente do FC Porto.
O FC Porto teve outro Zé: o José Maria Pedroto. Em poucas palavras, a quem devemos (em missão partilhada com um tal de Jorge Nuno) o nascimento de um FC Porto forte.
Parecem-me poucas todas as homenagens que lhe possam ser feitas (e eu confesso que não vejo muitas a acontecer por aí...), por isso, apesar de ele ter morrido apenas dois anos após eu ter vindo ao mundo, não deixa de ser a figura certa para dar nome ao blogue.
2- Pode acontecer que poste aqui em momentos de cabeça extremamente quente; pode ser que outras coisas sejam produto de reflexão prévia. O FC Porto faz parte de mim e eu, atrevo-me humildemente a dizer, faço parte do FC Porto (pelo menos lá vou cumprindo religiosamente com o pagamento das quotas). O politicamente correcto é coisa que pode não existir aqui.
3- Convido o meu amigo e portista Caetano para colaborar neste espaço porque, como costumam dizer, duas cabeças pensam melhor que uma!
De resto, só me resta dizer... Viva o Futebol Clube do Porto!
Notas prévias:
1- O porquê do nome. Quem é o Zé do Boné?
Este Zé de que falo, não, não é aquele a que os não-portistas atribuem todo o sucesso que o FC Porto possa ter tido na sua história (refiro-me ao, também ele mestre, José Mourinho), pretendendo com isso esvaziar por completo o mérito, mística própria e história precedente do FC Porto.
O FC Porto teve outro Zé: o José Maria Pedroto. Em poucas palavras, a quem devemos (em missão partilhada com um tal de Jorge Nuno) o nascimento de um FC Porto forte.
Parecem-me poucas todas as homenagens que lhe possam ser feitas (e eu confesso que não vejo muitas a acontecer por aí...), por isso, apesar de ele ter morrido apenas dois anos após eu ter vindo ao mundo, não deixa de ser a figura certa para dar nome ao blogue.
2- Pode acontecer que poste aqui em momentos de cabeça extremamente quente; pode ser que outras coisas sejam produto de reflexão prévia. O FC Porto faz parte de mim e eu, atrevo-me humildemente a dizer, faço parte do FC Porto (pelo menos lá vou cumprindo religiosamente com o pagamento das quotas). O politicamente correcto é coisa que pode não existir aqui.
3- Convido o meu amigo e portista Caetano para colaborar neste espaço porque, como costumam dizer, duas cabeças pensam melhor que uma!
De resto, só me resta dizer... Viva o Futebol Clube do Porto!
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